sábado, 22 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Gaivotas, santos e véus!

Amanhã vou dar banho ao cão, milho aos pombos e peixinho às gaivotas.

Segunda-feira (de madrugada) vou visitar o santo frei nuno ao convento do carmo.


Lá pela hora do almoço espero ter atingido o "nirvana" com a visão diáfana da fantasia.

Um belo fim de semana na capital do império!

Magos da nossa vida


Não há mais deus que deus, escreveu Almutâmide.

Eu escrevo que não há mais que palavras, para nos mostrar o caminho dos 5 sentidos e nos transportar ao delírio dos sentimentos, à insanidade e ao prazer.
Ontem na Biblioteca de Évora as palavras levaram-me ao universo de Saramago.
Hoje não terei a sorte de, pelas palavras, me deixar levar à magia da sensualidade e da beleza do poeta da minha terra que li (muitas vezes às escondidas) na minha adolescência.
Ainda assim fico feliz por saber que Beja o faz reviver com tanta intensidade.
Da próxima vez avisem com mais tempo!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Trégua

Uma pequena réstea de sol entre núvens negras (que desabam implacável chuva dia sim, dia sim) é quanto basta para nos sentirmos quentes e confortados.

Pelas duas da tarde, após o cafézinho, o destino foi o rio.

Fazendo caminho até às planícies mais a norte revolto como convém, ainda assim deixou escapar, aqui e ali, um canto de ave nada revolto por sinal (que passarinho também tem frio)...

sábado, 1 de janeiro de 2011

Palavras para 2011

Ano Novo

Não é novidade que detesto "Balanços" de fim de ano, semanas carregadas de boas e carinhosas intenções e pregações de teor mais ou menos humanista, mas o cinismo consegue despertar um morto, e morta ainda não estou!
Tanto pior se nos lembramos do famoso Banco Ambrosiano, o ilustre pai de todos os BPN's nacionais e estrangeiros e de nomes singularmente pomposos como Tedeschi, Madoff e Oliveira.
E depois ainda nos sobram os vendilhões que prometem toda a casta de felicidadezinhas a quem, fielmente, seguir os caminhos do progresso, do desenvolvimento, da cultura e da arte DELES.
Os pobres dormem nas portas dos Bancos.
Eles, onde quer que vivam, estão escandalosamente bem vestidos, bem alimentados, bem pagos!
O Rei vai, tristemente, NU...