Este último dia de Agosto, começou com uma neblina cerrada, bem convidativa à 'Valsa Triste'.
O convite não é descabido, já que aqui me confessei incondicional de Sibelius!
O filme que vos deixo, não se esgota na tristeza nem, tão pouco, na beleza do felino...
Pela tarde, da neblina se fez sol e esperança.
Esperança (encontro eu) no sonho que nos conforta, nas memórias que teimamos em ressuscitar, na capacidade de sobreviver no presente amando com força o passado.
Com esta carga afectiva atravessamos a ponte que nos leva ao futuro, seja lá isso o que seja!
É bom saber que nada do que passou nos foi tirado, que amanhã teremos, de novo, o cadeirão para sonhar com o pratinho que nos consola e a mão que nos afaga.
Mas que dói...dói...e muito!
Allegro ma non troppo!



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