
Jardim de luz, água e gelo. Se um dia o "Schlegeis" derreter teremos boas razões para não dormir.
Para já, apenas nos preocupa a logística e a balística...e os últimos dias têm sido fartos em histerias e frustrações, como se alguns homens estivessem à beira de um ataque de nervos.
O Almodovar não faria melhor...
Uma tempestade de medalhas, assaltos, escudos invisíveis e soldadinhos de chumbo.
O locutor de serviço na Geórgia informa que os russos ainda não retiraram apesar de já ter passado uma hora sobre o horário previsto...
Presumo que não estavam sincronizados com os relógios dos JO.
Pela parte que me toca:
- Não gosto do jornalismo que se faz em Portugal;
- Não gosto de ver polícias especiais a atirar sobre civis, em Portugal ou na Colômbia;
- Não gosto de militares no poder, seja na Birmânia ou no Alaska;
- Não gosto de escudos, sejam humanos ou de mísseis.
Podem acreditar que não me vendem o produto, mesmo pagando a taxa...
Se puderem, caros amigos, leiam as peças dos Jornalistas (com letra grande, porque sim!) Carlos Santos Pereira no DN e Batista Bastos no Jornal de Negócios.
Quem é que falou em negócio de armas?
No intervalo sonhem com o "Schlegeis"...
Boas férias.
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