No que me diz respeito, a liberdade de expressão é para respeitar e o que vier por acréscimo ou consequência é de conta e risco de quem fala ou, em última análise, de quem representa...Então os meus sarilhos só a mim importam e a cada um cabe gerir os seus amores...ou desamores!
A realidade dos casamentos mistos está aí, por todo o mundo, a provar que os sarilhos não impedem o amor...nem o divórcio!
E os sarilhos também acontecem no reverso da medalha!
Nem Deus sabe onde acabará o sarilho que uma mulher muçulmana vai arranjar quando casar com, por exemplo, um homem português (católico) que todos os dias festeje o facto de estar vivo com 10 minis, 1 litro de vinho ou 1 garrafa de vodka...
Os homens devem estar loucos...
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