Esta é a imagem que define o monólogo da solidão nestes nossos dias.
Rurais ou urbanos, os horizontes de quem sofre são céus sem cor, sem fulgor, sem apelo e sem razão.
Quando alguém tem amigos e ainda assim se assume sózinho, quando alguém nos diz que "pensa em tudo e não pensa em nada", só podemos sentir que acabámos de criar um novo laço de humanidade e aceitamos levar connosco um pouco dessa dor já pressentida mas não expressa.
Entre duas lágrimas guardamos um pouco desse "céu de coisa nenhuma".
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