Meu alentejo porque é meu e é de todos, privado porque é de todos mas é muito meu.
Este espírito de plenitude esteve presente no grupo que se fez ao caminho, ao fim da tarde, planície adentro.
O sol já raiava as copas dos sobreiros e azinheiras e não tardou muito até que o ar ficasse doirado.
Já o caminho serpenteava em direcção ao poente e ainda do lado nascente o campo louro de fardos desafiava a mais um compasso de espera.
Finalmente o sol deu lugar à lua cheia, tão grande, redonda e vermelha que lamentámos não ser profissionais da fotografia.
Para compensar a frustração, acabámos a noite à procura do nosso príncipe encantado.
1 comentário:
Que privilégio ! Bela paisagem. As árvores todas possuem copas robustas.
Grande abraço.
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