sábado, 3 de setembro de 2011

Amor de Mel


Não sou apoiante incondicional de fado, mas hoje (três meses depois do enorme silêncio que me foi imposto pelo "blogger" por uma qualquer frase literária menos correcta???), apeteceu-me comemorar a vitória com a voz bonita e sensual deste cantor da minha terra.
O António faz-me transportar para o meio da planície imensa, terra de barro queimada do sol.
E podem crer que o cheiro e a cor fazem doer até aos ossos.  

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cidades poema


A minha terra em palavras e imagens de homens e mulheres que a amam...
Um choque de emoções tão inesperado que o pobre domingo ficou sem conserto e
o blogger só hoje voltou a dar sinais de vida (mesmo assim com alguma relutância)!
E depois Beja a minha cidade poema, cantada e dançada e sofrida por amor, hoje, com sons e gestos de séculos.
Sensual, amante, deusa, prostituta...Astarte!
Um fim de semana demasiado bom para ser esquecido.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Requiem For A Dream

Uma onda que nos submerge, uma dor profunda que nos esgota, uma angústia que tira a respiração.
O requiem da nossa vida que antecede o requiem da nossa morte.
Em valsa lenta...


Portugueses:Lição nº.1

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Caminhos de ternura II


Despedida.
Aos que ao longo dos anos eu amei com ternura.
Sempre contigo neste dia especial ZC.

Caminhos de ternura

Em trânsito para algum sítio...

Curtindo a companhia das crianças.

Atenta? Curiosa?
Distraído!

Apressado?

Enfeitada?

Eu gosto de me perder em estradas, ruas e caminhos de ternura onde, em cada curva, é possível ter a surpresa de um encontro, ou a visão do fantástico.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

I FALL IN LOVE TOO EASILY

Amanhã, talvez...

Manhã cedo o silêncio da colina é perturbado por zumbido de mosca.
As plantas e sobreiros estão molhados de orvalho.
O céu ainda guarda o tom cinzento da madrugada.
Está longe a aldeia, mais longe ainda os contornos da serra.
Não tenho vontade de prosseguir viagem.
Não suporto outra coisa que não seja a vastidão da planície.
Amanhã, talvez, haverá flores...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Gaivotas, santos e véus!

Amanhã vou dar banho ao cão, milho aos pombos e peixinho às gaivotas.

Segunda-feira (de madrugada) vou visitar o santo frei nuno ao convento do carmo.


Lá pela hora do almoço espero ter atingido o "nirvana" com a visão diáfana da fantasia.

Um belo fim de semana na capital do império!

Magos da nossa vida


Não há mais deus que deus, escreveu Almutâmide.

Eu escrevo que não há mais que palavras, para nos mostrar o caminho dos 5 sentidos e nos transportar ao delírio dos sentimentos, à insanidade e ao prazer.
Ontem na Biblioteca de Évora as palavras levaram-me ao universo de Saramago.
Hoje não terei a sorte de, pelas palavras, me deixar levar à magia da sensualidade e da beleza do poeta da minha terra que li (muitas vezes às escondidas) na minha adolescência.
Ainda assim fico feliz por saber que Beja o faz reviver com tanta intensidade.
Da próxima vez avisem com mais tempo!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Trégua

Uma pequena réstea de sol entre núvens negras (que desabam implacável chuva dia sim, dia sim) é quanto basta para nos sentirmos quentes e confortados.

Pelas duas da tarde, após o cafézinho, o destino foi o rio.

Fazendo caminho até às planícies mais a norte revolto como convém, ainda assim deixou escapar, aqui e ali, um canto de ave nada revolto por sinal (que passarinho também tem frio)...

sábado, 1 de janeiro de 2011

Palavras para 2011

Ano Novo

Não é novidade que detesto "Balanços" de fim de ano, semanas carregadas de boas e carinhosas intenções e pregações de teor mais ou menos humanista, mas o cinismo consegue despertar um morto, e morta ainda não estou!
Tanto pior se nos lembramos do famoso Banco Ambrosiano, o ilustre pai de todos os BPN's nacionais e estrangeiros e de nomes singularmente pomposos como Tedeschi, Madoff e Oliveira.
E depois ainda nos sobram os vendilhões que prometem toda a casta de felicidadezinhas a quem, fielmente, seguir os caminhos do progresso, do desenvolvimento, da cultura e da arte DELES.
Os pobres dormem nas portas dos Bancos.
Eles, onde quer que vivam, estão escandalosamente bem vestidos, bem alimentados, bem pagos!
O Rei vai, tristemente, NU...