segunda-feira, 4 de abril de 2011

Amanhã, talvez...

Manhã cedo o silêncio da colina é perturbado por zumbido de mosca.
As plantas e sobreiros estão molhados de orvalho.
O céu ainda guarda o tom cinzento da madrugada.
Está longe a aldeia, mais longe ainda os contornos da serra.
Não tenho vontade de prosseguir viagem.
Não suporto outra coisa que não seja a vastidão da planície.
Amanhã, talvez, haverá flores...

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